terça-feira, 13 de outubro de 2015

Vida que segue

A vida andou, a tristeza é constante e crescente, mas não deixo de lutar.
Essa tal depressão dói,chega beliscar o coração, olho para as minhas filhas analisando o que tenho pra dar a elas, insisto que posso e tento, juro que estou tentando.
A Heloisa cada vez mais dócil como parece minha mãe, já a Estela um tanto ácida com um sorriso malandro que sempre consegue o que quer.
Como as amo e por elas que continuo, a solidão é grande, tanto tempo longe da minha cidade natal e ainda não tenho amigas.... 
Reencontrei a família por parte do meu pai e foram momentos muito agradáveis, alguns há mais de 20 anos não via.
Parei com a psicóloga, meu cardiologista me sugeriu um psiquiatra rssrsrs mas não sirvo para tomar remédio e não é possível que não consigo vencer essa luta, que pra muitos pode ser frescura mas defino que depressão é a tristeza quando chega doer.
Casamento é um negócio instável , mas o meu nunca é tão bom mas também não chega a ser ruim a ponto de separar, na minha atual situação não me preocupo mas eu o pressiono bastante para ser mais companheiro e conversar mais comigo.
Mas vamos que vamos , daqui a pouco faço 32 anos e não esquecendo já passou dois anos que minha mãe partiu, e mais uma vez desisti da faculdade, passei no vestibular me matriculei e cursei por um mês mas não tem jeito não me concentro e daí desisti..
Mas vivo e vou vivendo.

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